Música não é apenas um gosto, ela define seu nível cultural e atitude na vida!

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Não é de hoje que normalmente cria-se uma “pré definição” do sujeito, baseado no que ele escuta, muito antes de saber se ele tem alguma opinião crítica sobre isso.

Por bem ou por mal, todos fazem isso, uns por motivos de afinidades, outros por um gosto comum e uma pequena parcela pela analise intelectual do individuo, sabendo que quanto talvez mais “qualidade” melhor a personalidade da pessoa, não que isso seja uma regra…

E meu deus como tem exceções a regra…

Nessa coluna vou tratar sobre como o gosto musical esta totalmente ligado ao modo de pensar e agir da pessoa (e não orientar ou dar opiniões do meu gosto particular dizendo o que todos deveriam seguir).

Vamos ver qual trilha sonora cada um reflete da sua vida, e de maneira geral e não especifica, o porque isso acontece e o que influência em sua vivência e cultura.

Fique claro que eu não uso de fundamentalismo ou pensamentos radicais, aqueles com boa leitura notam que não generalizo todos os casos (por mais que eu não fique esclarecendo e justificando em todo santo paragrafo) isso tornaria o texto demasiamente longo e monótono.

Então sempre leve em consideração que sei que existem exceções pra tudo, mas acredito piamente que a maioria (a qual  baseio minha opinião) são realmente como descrevo, e se você não for um cabaço, vai saber que as declarações mais absurdas e radicais que faço é puramente pra fazer humor, afinal se conhece esse blog, já percebeu que apesar de crítico ele usa de muito humor pra tornar tudo mais leve…

Então não seja um precipitado, leia tudo com atenção antes de refletir e cuspir comentários por se sentir ofendido em algum momento, se for educado será levado a sério mesmo que discorde de tudo.

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Gosto é igual c#@, cada um tem o seu!

A citação favorita de pessoas que tem seu gosto musical criticado, mas não tem embasamento argumentativo nenhum para defende-lo.

Aposto meu braço esquerdo como pelo menos uma vez na sua vida, você escutou isso.

O problema dessa frase é a ambiguidade que ela proporciona, podendo ser usada pro bem ou pro mal! Calma gafanhoto, vou explicar o porquê!

Normalmente essa frase é usada para pessoas defender sua liberdade de gostar do que quiser, e sinceramente ela esta certa, jamais iria criticar o que cada um tem direito de gostar, isso seria contra meus princípios.

Como disse no começo do texto, minha intenção não é ficar criando dogmas e regras do que cada um deve seguir quando for ter um gosto qualquer.

Eu não critico a liberdade da pessoa, eu critico a particularidade que ela escolheu, por exemplo:

Você tem a liberdade de comprar uma arma  e sair por ai matando pessoas, problema é que terá que aguentar as consequências de seu ato depois. Porque condenação não vem pelo ato em si, mas pelas reações e consequências que ele encadeia, sendo assim o resultado torna o ato inicial já uma péssima idéia, mas a sociedade não tira a liberdade de começar o ato, só cobra o preço depois sobre ele.

O que resumindo da no mesmo, com a diferença que você ainda consegue começar uma merda pelo livre arbítrio que possui.

Claro que to fazendo uma comparação exagerada, mas é mais ou menos essa ideia, numa sociedade coletiva, apenas o fato de gostar de determinada música, influencia seu comportamento com as pessoas a sua volta, e isso passa a ser um problema de um todo e não uma particularidade, já que infelizmente é poucas pessoas que realmente se mantem inerte e não se deixam influenciar, isso é o tema do próximo tópico.

 

Por que meu gosto particular não é particular? Cuida da sua vida mané!

Bom, criarei um exemplo pra ficar claro:

Você é um sujeito que empurrou a escola com a barriga por motivos diversos, comprou um diploma de ensino superior (ex: faculdades particular meia boca) ou um curso técnico qualquer.

Tem o péssimo habito de pelo menos 70% ou mais da população brasileira de nunca ter lido um livro e desligar a TV no horário do noticiário.

Seu senso crítico vai ser praticamente nulo ( a nao ser que você tenha sorte da vida quebrar sua cara várias vezes pra aprender errando) sua ambição de vida será ter dinheiro suficiente pra bancar suas sacanagens até o dia que enjoar e encostar o burro na sombra com uma mulher tão profunda quanto pires de café, assim poder bancar luxos de vida que no futuro te mergulhará em depressão quando perceber que nada disso realmente satisfaz um ser humano.

Se eu perguntar pra você leitor, o que o sujeito do exemplo escuta, vamos ter 4 opções garantidas:

–  Sertanejo Universitário

– Qualquer música do momento

– Pagode

– Qualquer música do momento

(Ou dependendo da região do país, troque por Axé, forró moderno, tecno brega etc).

Não preciso citar o rock, já tenho uma coluna comentando a alienação desse estilo.

E se ele quiser parecer culto, vai citar nomes famosos que sabe que todo intelectuóide conhece, mesmo que não conheça (nem inteira) mais de duas música do sujeito, exemplos como Tom Jobin, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Chico Buarque, Alcione e etc.

Ai você me pergunta ” E qual problema dessa vida seu merda? inclusive to terminando meu curso de eletrônica/mecânica/administração”.

Bom, não a problema nenhum nessa vida, a não ser o que ela te influência a escutar (e vice versa) que estará (na maioria az vezes) ligado por sua vez a seu posicionamento político/crítico da sociedade e seu estado de conformismo, vou explicar:

Normalmente um sujeito como descrevi, vai trabalhar duro, não vai ter realmente uma satisfação do seu trabalho (afinal, sentir prazer por trabalhar em linha de montagem seria um caso a se estudar por anomalia), não vai ganhar tanto quanto gostaria  (e sempre ter rancor por quem ganha mais) terá sempre um enorme espaço de insatisfação em seu espirito que será preenchido normalmente adivinha com o que?

Putaria
Futebol
Botar culpa no mundo sem saber o porque disso
Em alguns caso, devoção cega a algum culto.

E obviamente a música é uma das válvulas de escape que anestesia esse cara, e dá a sensação de contemplação do que ele mais deseja.

Crie uma sociedade ressentida e ela não questionará seus valores.

É por isso que a música atual que mais faz sucesso sempre fala de encher a cara,  mulher objeto sexual e em pequena escala “não devo nada a ninguém, bora pra putaria”.

Não preciso citar que é a influência desse tipo de música que torna mais fácil a vulgaridade da mulher e o acesso a unica coisa que importa aos homens, trepar (e se acha que é um exagero, letras de sertanejo universitário e funk carioca se trata exatamente de afogar o ganso com várias mulheres diferente).

Cria uma devoção cega e cínica pro cara, sobre o que ele mais deseja, alias ela diz a ele o que deve mais desejar, cria um sujeito alienado que da valor a muito pouco e sua sensibilidade a detalhes importantes que definem sua vida, se torna tão densa quanto uma bolha de sabão.

Temos um projeto de cidadão acomodado, que tem uma tremenda letargia mental, que se contenta com mediocridades como BBB na TV, que espera o Faustão lhe dizer o que vai desejar e curtir, que foge como se não houvesse amanhã de qualquer debate filosófico ou intelectual que possa estar tendo na  Cultura (alias, ja ouviu falar desse canal, mas acha que é lenda ou alucinação que teve após tomar ácido).

O sujeito não tem mais autonomia de pensamento,  é conduzido ao que pensar,  se você o questiona sobre isso, ele te menospreza e diz saber exatamente o que faz, no dia seguinte ele consome um produto porque passou na TV, não porque sabe se realmente é bom…

E talvez essa seja a lavagem cerebral perfeita, tire a capacidade do individuo pensar por si próprio e crie uma ilusão em sua mente de que ele realmente acha que tem livre escolha na bolha de ignorância que vive, e total repugnância a qualquer um que questione seus “valores”.

Talvez a unica coisa importante que ele faça na vida pra não ter construído uma biografia vazia de quem apenas “sobreviveu” em vez de “viver”, vai ser ter um filho, que corre o risco de ser exatamente como os pais, o roteiro do filme “Idiocracia” resume todo resto.

Ele foca sua atenção só pros “grandes prazeres coletivo que proporcione o seu particular” como carnaval, copa do mundo, reality show… Porque essas pessoas tem pouca consideração pelo próximo, estão focados em sempre tirar proveito próprio e quando a água bate na bunda e ela percebe que acabou atolado por sua alienação e egoísmo, começa a botar culpa no mundo a sua volta (principal alvo: governo) e não percebe que ele próprio foi responsável por sua própria situação, afinal quem elegeu seus governante?

Mas como a música que normalmente escuta, anula seu senso crítico e enaltece toda sua frivolidade a valores questionáveis,  esse cara se sente o rei da razão em seu próprio mundo, sempre responsabilizara o outro por tudo que da errado em sua vida eternamente insatisfeita.

Esse cara meus amigos, é a grande massa de eleitorado do Brasil, ou seja, não é um problema individual e sim coletivo, pois esse cara vai eleger o corrupto, vai ter preconceitos com estilos diverso por má orientação,  vai fazer qualquer pessoa alternativa se sentir desconfortável numa sociedade cretina e rala…

Como diria um filósofo, é ignorância humilhar ignorantes, pois não traz retorno algum, é muito mais proveitoso “concertar” o sujeito, pois assim é mais um individuo tomando decisões certas que indiretamente melhora a sociedade que todos vivemos.

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Mas isso é um problema cultural como má educação, esta exagerando de atribuir isso a apenas um gosto musical!

Sim, isso tem sua lógica, mas eu tenho como prova de que a música é uma das peças fundamental no desenvolvimento do cidadão e não de apenas “gado”.

Quando fui pra capital São Paulo prestar vestibular, fiquei no apartamento do namorado de minha irmã, ele nos levou num bairro comercial (quase tão movimentado quanto a 25 de Março eu acho) mas não me recordo agora qual era o nome. Cansado de ficar andando por lá com eles, fiquei sentado numa calçada, onde nisso apareceu um sujeito moribundo que se não for morador de rua, provavelmente vive numa caverna sem saneamento básico no mínimo.

Como um jovem do interior educado, não sai correndo do meliante e nem fiquei menosprezando o cara (ta certo que achei que ao fazer isso, poderia ser muito pior e apesar de estar convencido que ele ia me amolar pra pedir trocado pro goró), porque ele já chegou perguntando se eu era estudante e o que eu fazia da vida. Após uma conversa rápida (onde eu estava com muita pouca vontade de ficar conversando, ainda mais pelo saco cheio que já mencionei estar) não sei porque a conversa de pouco tempo virou um papo musical, ai tive minha surpresa…

O cara que não falava um português brilhante, tinha um enorme conhecimento, não sei se ele trabalhou em loja ou era músico que deu errado, fato é que as poucas referências musical que citei ele não só conhecia como citou coisas semelhantes, logo percebi que não era um “maluco qualquer das ruas”  percebi seu engajamento político maior que os (palavras dele) “boyzinho” que dirigem bêbado e mata inocentes, que pelo menos eles só faz mal a si mesmo com a bebida…e depois disso realmente me pediu um trocado e foi “amolar” outras pessoas atrás de provavelmente mais trocado, provavelmente ele estava construindo um “mini bar” onde quer que viva…

Sinceramente eu daria um tonel de cachaça pra ele por merecimento, e sim essa história é verídica, “mas porra, se o cara é tão sábio e tinha um gosto musical tão magnifico, porque era um miserável morador de rua? Viu? Influências musicais não faz diferença, pelo contrário, olha onde chegou esse cara…”.

Primeiro que nem faço ideia da história desse cara, e nem sei mesmo se mora na rua ou só estava mal vestido e costuma mendigar pra gente com cara de turista…Mas isso não vem ao caso…

Poderíamos ficar aqui debatendo por horas que tipo de vida você considera “virtuosa e honrada”, se “vagabundos” não tem valor algum e só enfeiam a sociedade por serem responsáveis por sua própria moléstia e uma vida prospera é o que importa.

Bom, num mundo de “ideais e ideias”  que vivemos, a maior desgraça é as pessoas vazias, não importa a condição social que ela se encontra, esse sujeito que citei com seu conhecimento, pode vir a influenciar e conscientizar por exemplo, muita gente que ele vá abortar na rua, do que um playboyzinho de balada que não tem nada a oferecer a sociedade a não ser seu dinheiro…

E acho que pessoas “pensantes” são mais importantes que pessoas com “poder aquisitivo” , pois estou pensando de forma idealista e não capitalista, é como no clássico V de Vingança, é mais importante uma anarquia com liberdade do que uma “ditadura com bens de consumo”.

E outra, algo que todos possam comprovar, cansei de conhecer inúmeros Punks (ou ex-punks sei lá) que não têm nem o fundamental completo, mas muito mais preocupados politicamente e engajados, que até criam alguns manifesto sociais, do que filhinhos de papai com pós-graduação que são inertes na melhoria social.

Mesmo que nenhum desses manifestos traga resultado diretamente, bom, tem alguém contestando e influenciando futuras mentes que possam levar isso como ensinamento e fazer diferença.

Isso reflete pela música que consome, que tem um ideal, que influência suas atitudes, lhe faz refletir sobre o estilo de vida que você leva, este estilo define o que você escuta como comentei, mas o oposto também vale, baseado no que escuta, isso muda seu jeito de pensar e viver.

Você não precisa ter pais intelectuais ou ter condições sociais elevadas pra não ser apenas uma “estatística sem expressão”. 

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Quer dizer que todos nós precisamos ser celebres intelectuais? O que constrói uma nação é o trabalho duro, não pensadores que nunca suaram.

É claro, obviamente a base e sustento de qualquer nação poderosa no mundo, veio nutrida do suor e sangue da grande massa, que rala todos os dias no sol, tem empregos que a classe média não faria (a não ser que esteja em outro país e lá ache muito mais digno ser gari ou lavador de prato do que no Brasil).

Só que essa “simplicidade da vida” é um veneno, torna frases como “as pessoas mais felizes o mundo são as que voltam sujas para casa todos os dias” algo que parece louvável, mas não é…

O “quanto eu menos sabia, mais eu era feliz” é tudo que um sistema ditatorial precisa para continuar sua exploração, na verdade a frase do parágrafo anterior é uma tremenda cretinice segregadora intelectual.

Seria o mesmo que dizer “dê pão e circo pra um faxineiro, pois ele não precisa de mais nada pra ser feliz “, é a mesma coisa que dizer que esses heróis que trabalham duro e ganham pouco, necessariamente tenham que ser burros e não conhecer seus direitos, serem apenas gado eleitoral e estatística na economia.

Porque não tem como eles sentirem falta do que não conhecem…

É o maior menosprezo de trabalho, dizer que “este aqui é pra gente menos inteligente, não faz diferença alguma o que você fala pra vida dela”, e essa parcela infelizmente é convencida disso, de que ela não precisa de mais do que já tem,  assim a nunca almejar mais, praticamente censuram a ampliação de suas consciências.

Recentemente saiu no jornal que “O Nordeste seria o nono pais mais feliz do mundo porque as pessoas não levam nada muito a sério por lá”, parece legal e maravilhoso MAS NÃO É!

Se não levar nada a sério, apenas relaxar e ir na onda da micareta, não vai poder reclamar de mais nada na vida, pois se ignora seus direitos, porque inveja o de outros países?

E óbvio que a música tem papel nisso, seja o pagode xexelento da periferia ou os “tchu tcha” do boyzinho da balada vip.

Ambas músicas entorpecem a mente dos indivíduos, para alguns é a recompensa de uma semana sofrida e tudo que ele pode querer, pra outro é a droga de escape pra tudo que mais quer na vida, a música que proporciona prazer barato, anestesia as pessoas e desvia suas mentes de pensar sobre sua situação, sobre seu governo e etc. Essas pessoas com eu já disse, infelizmente se tornam apenas estatística, sendo indiferentes na progressão da sociedade.

Você tem séculos de conhecimento construídos pela humanidade, que ao se absorver faz sua consciência adentrar em outro mundo de ideias e valores, sua visão de mundo alem de mais esclarecida e proveitosa, muda completamente, e alguém vem e me diz que a humanidade não precisa de nada disso pra tocar a vida em frente, então que é um exagero querer que todos tenham o mesmo acesso a ideias usando a música como vetor por exemplo.

Saramago disse que o cara mais sábio que conheceu no mundo, não sabia nem escrever, e essa pessoa era seu avô. E isso é só um exemplo, conheço inúmeras histórias de famílias pobres cujo os pais eram analfabeto,s mas educaram os filhos com música erudita e recolheu bons frutos, não os deixaram na rua aplaudindo cada porcaria que eles faziam, achando bonitinho a criança ” descer até o chão”.

Logicamente tem outros vetores como filmes, desenhos, livros, escolaridade etc, mas estou tratando do que vocês já sabem.

Curiosamente quem comanda essa massa, é normalmente alguém que ironicamente escuta musicas boas, mas vende música ruim como lavagem cerebral ao povão, e isso não é um exagero.

Porque tem mais gente escutando música do que indo a escola, ao cinema, vendo Tv, então ela é um dos vetores  (se não) o mais importante da cultura conscientizadora  se comparado aos outros, tem um papel fundamental na conscientização da educação e moldação da mente humana, e sinceramente não acho que estou sendo paranoico com isso.

Recentemente educação musical se torno obrigatório nas escolas públicas, por que você acha?

E não estou falando só de letras sobre protestos e revolta, seja músicas poeticamente refinadas falando de amor ou qualquer coisa, isso já estimula o cérebro a se acostumar com uma linguagem que o faz trabalhar mais pra pensar, um excelente exercício pra quem não é estimulado mentalmente seja pelo seu emprego, falta de habito em ler ou ensino que teve.

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Mas  música é diversão e dança, você realmente exagera na proposta dela!

É claro, nunca vou descartar o papel da música como entretenimento, diversão e ritmo dançante, meu problema não é o cara escutar Mr Catra, Bruno e Marrone e Claudia Leite da vida.

Meu maior problema é a pessoa escutar só isso, achar que só tem isso e se segregar a isso (nunca variando seu gosto, se refinando, procurando outras coisas).

Fora que até “música de diversão” e “música pra dançar” possuem variantes boas e respeitáveis que indiretamente acostuma o cérebro da pessoa com melodias mais bem trabalhadas  por exemplo.

E  a mídia é a responsável por isso, por não levar variedade ao público, por apenas tocar o que pagam pra ela tocar, por ser cúmplice no emburrecimento populacional, já que é mais barato e rápido produzir o novo”ritmo ruim” do que uma musica realmente considerada arte.

Michael Jackson, James Brown, TIM MAIA, Luiz Gonzaga, são só alguns exemplos de artistas que fabricavam ritmos dançantes com uma letra poeticamente trabalhada, superior a qualquer Ivete, Teló, Chiclete, Naldo, Catra descartavelmente que brota na mídia.

É por isso que as chances de achar vida inteligente em clubes de dança de Rockabilly e tango é muito maior do que em qualquer bloco de carnaval com muvuca de pessoas suadas e bêbadas vestidas de abadá e com enorme líbido.

Próxima parte do texto é só para aqueles que não entenderam nada do que eu disse ou interpretaram mal minha opinião!

Se você aguentou ler toda essa coluna sem surtar, ou acha que sou um paranoico exagerado e nada dessas coisas citadas estão interligadas ou fazem diferença diretamente, ou se ficou com vontade de ironizar minha opinião com malicias do tipo “Oh, o problema do país está no fato de Bruno e Marrone aparecer na tv”, bom, nos poupe o tempo comentando, pois percebi nos meus anos de experiência em blogs, que as vezes a pessoa concorda contigo, mas tem tanto ódio da sua pessoa, que prefere agir do contra.

Volto a repetir antes de terminar, pra que fique claro para aqueles que não pescou isso no texto, não condeno e não vejo problema algum se vocês gostam de grupos musicalmente fracos de qualidade bem questionável como Black Eye Pears e Lady Gaga da vida, o problema é só gostar disso, só consumir coisa desse tipo e realmente achar que isso é maravilhoso, pode ser para você, mas jamais use essas coisas como referências para comparar a músicos de verdade e achar que não precisa tomar ciência de mais nada que exista no meio musical, que jé ta de bom tamanho porque lhe satisfaz musicalmente.

Se é ridículo alguém comparar Mozart com Metallica, imagina alguém comparar Chimbinha com Joe Satriani, dois guitarrista com trabalhos musicais distintamente diferentes referente a dar algo de qualidade pra refinar os ouvidos do público.

Evite essas comparações sem noção pra defender seu gosto musical, ainda mais quando o seu grupo querido só existe pra fazer um sonzinho “pega muié” no carnaval e na balada, pode curtir quanto quiser, mas tenha consciência pra arte musical de verdade.

E se você não faz ideia de como se distingue os dois extremo musicais, apenas leia mais (qualquer livro, jornal, revista especializada em algo que não seja fofoca, mulher pelada, futebol), pois ao ler seu cérebro vai ser estimulado e com o tempo por conta própria, você sera capaz de distinguir o bom do que é comercial que quase sempre é ruim.

Se não for pra escutar, pra pelo menos ter conhecimento do que faz, pois pessoas conscientes de seus atos(sejam qual for) agem muito menos mal do que aquelas que nem se dão conta, que  vivem sem refletir sobre suas atitudes.

Não quero dizer que tudo esta ligado pelo que o individuo é, de acordo com o que ele escuta, mas que a educação musical ajuda a moldar a mente da pessoa, digamos que seria uma das influências importante que trilham seu caminho, assim como a religião, pois a música é o “veículo” pra se ensinar o que quiser, você assume determinadas atitudes no seu ser, de acordo com o estilo que costuma ouvir, e isso é um fato.

Agora ajude a compartilhar essa opinião (não to falando da coluna, seria pedir demais hehehe) com pessoas que provavelmente você tem contato pela net, porque não sou nenhum ingênuo achando que é apenas um texto que conscientizará as pessoas a pelo menos ter mais critérios em suas escolhas musicais, pois sempre vão influenciar mesmo que sutilmente e indiretamente as suas vida.

Nem que isso fosse vinculado na Globo faria diferença, mas pelo menos por insistência, conseguimos moldar alguns poucos a nossa volta, e esses poucos mesmo que pareça insignificante comparado a grande massa, vai fazer muita diferença.

Eu sei que tem muita coisa envolvida, que esse tema é muito mais profundo podendo render um livro, que é praticamente uma questão de antropologia com muito mais  “coisa “envolvida do que apenas uma expressão cultural, mas acho que deu pra faze-los pensar, que educação musical não é apenas um detalhe trivial, mas que detalhes são o que fazem diferença.

O único exagero na sua vida é medido pela limitação de sua consciência e o impossível pelo potencial da sua força de vontade

Até a próxima!

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28 comentários em “Música não é apenas um gosto, ela define seu nível cultural e atitude na vida!

  1. Venho há muito tempo dizendo que cultura é à base de uma cabeça de senso critico. Sem acesso a mesma cria-se parasitas (que aproveita dos espaços vazios de cabeças de senso comum),alienados (é claro).
    Claro que o “capitalismo” vai querer pessoas alienadas para trabalhar e ganhar o dinheiro que convém a eles pagarem e muitos sem acesso aos conhecimentos vão achar que um aumento se míseros reais ou ate centavos é maravilhoso, 13º no seu salário.
    A questão é: Que a musica influencia, afinal?
    E a resposta nada mais visível, que não é você ouvindo letras miseráveis com palavras repetidas com ritmos dançantes e sem colocação alguma em nosso vocabulário não vai inserir nada em sua vida você apenas esta fazendo uma “viagem” (não sei pra qual mundo), como você citou com suas e faço com as minhas palavras: Escutar musicas com múltiplas palavras a que venha acrescentar seja qual for o sentido (temos muitas musicas dançantes por ai com frases que fazem sentido, não o tchu-tcha; enfim, que acrescentam como o Sr. Raposa disse),não apenas levar a sair dos “problemas” que todos enfrentamos.

    Para finalizar meu simples comentário ,adorei suas palavras.

  2. Ótima argumentação amigo, vou semear essa coluna para outros famintos como sou e para aqueles que acham que estão satisfeitos! Um grande abraço meu caro !
    P.S.:Gostaria de trocar idéias contigo por e-mail se for possível! marcusv.mendes@yahoo.com

  3. Acho que escutar o “tchu-tcha” não deixa ninguém alienado. Isso é como conversar besteiras no dia-à-dia. Ninguém fala o tempo todo de assuntos sérios e, nem por isso é alienado, medíocre e manipulável. Diz-se que “gosto é que nem **, cada um tem o seu” não por falta de embasamento, mas porque, obviamente, é algo de extrema subjetividade. E daí que uma pessoa veja algum tipoprograma bobo na TV, ou escute uma dessas músicas que se resumem a duas sílabas? Isso não faz dela fútil, burra ou alienada. O problema sãos esse rótulos preconceituosos, que vão logo suprimindo questões como “O que mais interessa à essa pessoa?”, “É somente disso que ela gosta ou tem algo mais para oferecer?”. Bobagens nunca vão matar ninguém. O ponto está na importância que você dá a elas, está em restringir seus gostos unicamente àquilo que não é relevante. O que não pode é viver de bobagens e esquecer que o mundo é sério.

    • Aquilo que as pessoas ouvem deixa impressões digitais nas pessoas, conforme comentei em outro post. Se você come gordura de vez em quando pode viver 100 anos, se come só gordura o tempo todo morre de enfarte aos 40. A idiotice está em ouvir só porcaria o tempo todo e negar a existência de todas as outras coisas, como fazem os alienados ouvinte de tecno brega.

      • Excelente analogia, Rolmer. O ser humano é feito do que busca para si mesmo, tanto no sentido mental quanto físico. Em certos momentos, ver ou escutar bobagens é inevitável, mas viver destas é querer sempre estar na ignorância e futilidade, sem conhecer as variedades culturais existentes no mundo. Além, que, a ignorância torna algo que, por opinião própria é sofrível, ser limitado. Excelente texto, raposa.

  4. Correção.
    Acho que escutar o “tchu-tcha” não deixa ninguém alienado. Isso é como conversar besteiras no dia a dia. Ninguém fala o tempo todo de assuntos sérios e, por isso, é alienado, medíocre e manipulável. Diz-se que “gosto é que nem **, cada um tem o seu” não por falta de embasamento, mas porque, obviamente, é algo de extrema subjetividade. E daí que uma pessoa veja algum tipo de programa bobo na TV, ou escute uma dessas músicas que se resumem a duas sílabas? Isso não faz dela fútil, burra ou alienada. O problema são esses rótulos preconceituosos, que vão logo suprimindo questões como “O que mais interessa à essa pessoa?”, “É somente disso que ela gosta ou tem algo mais para oferecer?”. Bobagens nunca vão matar ninguém. O ponto está na importância que você dá a elas, está em restringir seus gostos unicamente àquilo que não é relevante. O que não pode é viver de bobagens e esquecer que o mundo é sério e tem muita coisa boa.
    Gostei bastante do seu texto.

  5. “…Se é ridículo alguém comparar Mozart com Metallica, imagina alguém comparar Chimbinha com Joe Satriani, dois guitarrista com trabalhos musicais distintamente diferentes referente a dar algo de qualidade pra refinar os ouvidos do público…”

    Único ponto em que não concordei com o texto foi este parágrafo. Há, sim, parâmetros para comparação. Não muito amplos quanto seriam em uma comparação entre Mozart e Vivaldi, mas há, por se tratarem de artistas que trabalham a arte musical.

  6. Ótimo texto, concordo com tudo. Mas foi infelicidade sua dizer que Lady Gaga é uma artista musicalmente fraca. Você deveria ouvir o álbum Born This Way, que é cheio de conceitos, críticas a sociedade e não é apenas aquele pop dançante. Você já ouviu Yoü And I? É uma música linda, com influências do country e do rock n’ roll. Ela não é mais aquela cantora de “po po po poker face”, ela evoluiu muito. Você deveria trocar esse exemplo por alguma cantora realmente vazia, como: Katy Perry, Rihanna, Kesha, entre outras que saíram da Disney.

    • “…Ela não é mais aquela cantora de “po po po poker face”, ela evoluiu muito…”

      Semdo apresentada desta maneira, até eu fiquei curioso e interessado em conhecer esse trabalho.

  7. Texto fraco, repleto de erros de português e incoerente. Não consegui ler todo, mas pelo que li, parece que você se baseou em nada mais que a sua opinião (que me parece completamente equivocada em vários pontos), mesmo depois de ter criticado a falta de argumento das pessoas para justificar seu gosto por algum estilo de música.

    Cada música é sim carregada de sentido social e pode ter relação com as crenças, valores e entendimento de mundo de um indivíduo ou grupo. Mas rótulos como estes que você criou aqui são tão falsos como nota de 200 reais. Você não conhece e nem vive o que vivem estas pessoas, não é justo dar a elas um valor tão baixo sem conhecer sua realidade.

    Entenda que, de fato, a música que escutamos é reflexo do meio onde vivemos e/ou nos criamos, de onde adquirimos as ferramentas de apreciação necessárias para entender e aceitar/gostar daquele estilo. Por isso que gosto não se discute mesmo: porque é necessário possuir estas “ferramentas” para entender um gênero musical, e para isto é preciso uma experiência maior com ele, às vezes toda uma vida. Também uma vivência maior seria necessário para chegar a tantas conclusões, como você fez (sem se preocupar com o fato de que muitas pessoas estão sendo influenciadas por seu texto preconceituoso e cheio de esteriótipos).

    Outra coisa, comparar Mozart com Metálica é sim ridículo, porque não há razão para comparar estilos tão distintos, já que o que os levava a compor eram motivos completamente opostos, muitas vezes. O sentido que cada um dava para sua música, seu conceitos, seus valores são diferentes. E não poderia ser de outra form

    • “…Outra coisa, comparar Mozart com Metálica é sim ridículo, porque não há razão para comparar estilos tão distintos, já que o que os levava a compor eram motivos completamente opostos, muitas vezes. O sentido que cada um dava para sua música, seu conceitos, seus valores são diferentes. E não poderia ser de outra forma…”

      Nada disso, J. Honatas. Não há sentido em comparar Mozart com Ayrton Senna. Entre dois músicos, por mais razões que os difiram, há sempre parâmetos para se focar e analisar. Outra coisa: seu texto, que parece ensaio de sociologia, analisa a relação do homem com a música, porém despreza um fator impossível de ser desprezado, que é contextualizar a arte e indivíduo com a indústria, a mídia e a publicidade. Recomendo ler Theodore Adorno e seus trabalhos descortinando a “Indústria Cultural”.

    • Você critica uma coisa que você mesmo esta cometendo!
      fala que o autor não ode falar “x” por que você afirma sem conhecer que ele não entende nada por que nunca vivenciou tal coisa e etc, que esta sendo preconceituoso e etc.

      MAs é exatament isso que esta fazendo agora, afirmando coisas sem saber de alguem por achar que o mesmo esta fazendo isso, quer ganhar o troféu de ser mais contraditório?

      Releia o texto novamente, 60% do que você criticou foi por pura má vontade na leitura, pois as respostas estão lá.

    • Muito sensato…. rs …confesso que não conseguir ler o texto todo. achei ele muito carregado de achismos,sem embasamento teórico nenhum,e principalmente preconceituoso e estereotipado. Parabéns pela sua pontuação.

      • Assim como seu achismo sobre meu “achismo”, sem embasamento teórico algum alem de um frustrado sarcasmo criando a ilusão que é uma pessa sagaz…senta lá claudia!

  8. No geral concordo com o artigo. Estou terminando um texto que vou postar nas redes, e fui pesquisar sobre o tal “gosto”, e resolvi ler esse artigo.
    Renderia um livro sim, aliás, tá faltando. A única coisa que discordo do autor é generalizar o rock como alienante, pois através de Dylan, Morrison, pra citar dois exemplos, eu fui conhecer a literatura beat, que me levou a ler as referências das referências, pois como disse Gerald Thomas em uma entrevista:
    – um livro leva à dez; dez livros levam á 100, 100 levam à 1.000 etc…
    Depois que eu postar o meu, replico ele na minha rede!

  9. Houve alguns erros de concordância em seu texto, mas nada que impedisse o bom entendimento. Concordo com a maioria das suas considerações, uma vez que, fazendo uma análise das pessoas que convivo, grande parte reflete esses rótulos. Digo rótulo, pois não se pode obter conceitos plenos sobre uma pessoa levando em consideração apenas o seu gosto musical, uma vez que existem uma série de fatores que podem modificar isso. Contudo, pessoas que possuem determinados gostos musicais, inquestionavelmente, possuem tendências, predisposições, que a levam a aceitar determinadas crenças, ideologias, etc. Isso, pois, quando se houve uma música e depois lhe aprecia, isso é sinal que você gostou do ritmo ou de sua letra. O ritmo pode refletir um estado emocional (euforia, calma, tristeza, etc.) e a letra reafirma aquilo que você compactua, aquilo que você concorda. Assim, em certos momentos, por exemplo, você vai preferir um reggae, e em outros, um house. Tudo vai depender do seu emocional e da sua personalidade. Parabéns pelo texto!

  10. Bom, como músico, eu tenho como provar, que um estilo de música define o nível de inteligência (inteligência humana, não linguística, nem exatas,… ). Mas ao mesmo tempo é um perigo para aqueles que são influenciados pela temática histórica das músicas, se gera algum tipo de alienação. Afinal o poder da arte, não é para se falar sobre o ”berê berê”, o papel da arte, é trabalhar a sensibilidade, e a apreciação do amor, do medo, de todas as emoções humanas.
    Acredito que a música torne inteligente, a quem perceba essa estrutura artística, nesse sentido, por outro lado, a música pode conter historia, e coisas que não são arte, mas se transformam em arte, o problema é que, isto entra em um caminho perigoso, logo, onde se explica o mendigo com o conhecimento absurdo sobre música e provavelmente de historia, e provavelmente algum tipo de pensamento radical, induzido por seus artistas favoritos.
    O fato é que, os músicos sempre passaram para as músicas teus sentimentos, em determinado momento, em que a sociedade se solidificou e o sistema foi evoluindo, as músicas passaram a ser feitas para criticar o sistema, através da arte, mas eu acho que existiria um erro aqui, o qual seria:
    se eu faço um sinfonia sobre a primeira guerra mundial, estou passando todo o meu ressentimento sobre este tema, o complexo desse ponto é que se eu colocar letras, com o que eu penso, estarei induzindo milhares de ouvintes a pensarem como eu, a genialidade musical lhe propõe um conhecimento maior que o de outros indivíduos em temas históricos e culturais? não!! Ela lhe trará sim um conhecimento humano, sobre os sentimentos, mas ela esta longe de formar o pensamento historico, é por isso que reforço, a arte é para se respeitar, e tornar as pessoas sensíveis, lhe trazer insatisfação, medo, lhe fazer pensar, e não ser uma ferramente que já venha com o pensamento produzido, a arte é para se pensar, e nesse sentido defendo a música instrumental, e a musica universal de Hermeto Pascoal, de Beethoven. Ainda que eles trabalhem os temas, referentes a seu conhecimento histórico, não existe algo dizendo que tal ponto, é de fato aquilo.
    O papel da música é sim como de um poeta, que te traz informações, mas que não as deixe claras para que você a compreenda, que você tenha de decodificar, a sua maneira, jamais sendo da forma como o autor interpretou, lhe trazendo assim a sua verdadeira inteligência humana, a imaginação individual, e o ato de pensar, sim filosofar.

    algum filosofo já disse que , a música é uma linguagem tão complexa que nem a própria filosofia poderá compreender.

  11. É fato de que tudo que está ao nosso redor está ali porque alguém possibilitou. Quando o alguém com tal poder põe em circulação ou facilita a propagação de determinado material (seja ele música, notícia ou programa de TV), há, obviamente, interesses acerca daquilo. Os pais da mídia e/ou ícones ‘formadores’ de opinião impõem muito facilmente qualquer coisa, e é muito mais fácil criar coisas vazias ou com conteúdo puramente maquiado.
    A música em si está intrínseca na sociedade, em todo lugar há. Pessoas usam pra passar mensagens que consideram importantes, tratar de doenças ou simplesmente dançar. A questão é que não faz o menor sentido ter o hábito de ouvir um gênero que defenda A, e pôr o B em prática. Alguém que escuta Rage Against The Machine, por exemplo, no mínimo tem curiosidade política, assim como alguém que escute Parangolé certamente adora um ritmo que o faça dançar, independente da mensagem que o mesmo passe.
    O negócio é que a música que se houve, e a letra e o intuito que a acompanham refletem em você, consequentemente. Se o som que se curte só diz “tchu tcha”, não vai haver de onde tirar proveito na letra, e se foge para o ritmo, ou seja, se dança. Quando uma letra intencionalmente quer te passar algo, você não só a ouve e interpreta, mas passa a sacar melhor a música como um todo, saboreando também sua melodia.
    A música não pode ser formadora de opinião, assim como a novela, Clarice Lispector e o noticiário também não. Cada vez mais as pessoas tomam pra si o que fulano e cicrano falaram, sem ao menos questionar tal fala.
    Acredito que música com real conteúdo como um todo (letra, melodia, peso e autenticidade) exercita e alimenta mentes críticas e pensantes, isso é primordial quando se trata de um recurso tão presente na sociedade.

    Good music wins! Flawless Victory! 👏

    João Pessoa, Paraíba

  12. de fato as pessoas deixam sua primeira imprenssão no que ouve, pois é inegavel que gosto musical muitas das vezes é reflexo de seu engajamento socio-politico, de seu intelecto e nivel de instrução, e até mesmo de coisas como valor moral, carater e etica… mas não é regra, existem muitos que ouvem musica antiga mas como pessoa é lixo, e existe muito punk esquerdista de super valor intelectual e engajamento socio-politico mas que se tu chegar junto descobre que é funkeiro, então, seu video fica mais para o seguro e confortavel “geralmente”, e faltou dizer que as pessoas podem e até devem sim focar em um estilo musical, pois é importante ela ter um posicionamento, não ser uma pessoa sem gosto ou opnião propria, a coisa é não se prender a esse estilo, manter a mente aberta, mesmo que seja um estilo de musica que supostamente só tem musica de alto valor cultural, oque sinceramente? duvido muito que exista, e pal no cu do rockeiro que dizer que tem! (ainda tem aqueles que focam em estilos sem noção como dubstep, opera e trilha sonora!)

    Hiroyuki Sawano, o deus das ost’s…


    porque Hans Zimer de cu é rola!

  13. Nossa, cara. Que blog mais…

    … … … … … … … … … … … … …

    E assim morre Heloísa, rockeira, satanista, viciada em drogas e bebidas alcóolicas e, acima de tudo,

    SARCÁSTICA!!!

  14. Jesus amado!! Não consegui ler até o final, o seu comentario sobre a pergunta que eu fiz .
    Quero dizer que sou mulher e o escritor fez sua critica… comentario, sempre usando o masculino.
    O que eu queria saber : Se a concordância estava certa! ” Para os de gostos refinado” ou “para os de gostos refinados”?
    Obrigada!

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